SCGE colabora com projeto que monitora pacientes com a Covid-19

SCGE colabora com projeto que monitora pacientes com a Covid-19

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Servidores da Secretaria da Controladoria-Geral do Estado (SCGE) estão auxiliando uma equipe de pesquisadores no desenvolvimento do projeto MonitorAR. A iniciativa, que tem o objetivo de acompanhar os sinais biológicos necessários para a triagem e acompanhamento de pacientes testados positivos para a Covid-19, é liderada por profissionais da Pós-Graduação em Engenharia de Computação da Escola Politécnica da Universidade de Pernambuco (Poli/UPE) e está sendo desenvolvida por mais de 30 voluntários de diversas instituições públicas.

“Estamos com dois especialistas da área de Tecnologia da Informação dando uma consultoria aos pesquisadores sobre o Pentaho, que é uma ferramenta capaz de organizar grande quantidade de informações de forma rápida e com precisão analítica para melhorar a tomada de decisões. Também estamos colaborando com a elaboração de painéis de acompanhamento desses pacientes. Nesse momento, toda contribuição na tentativa de ajudar os profissionais da saúde a salvar vidas é de extrema relevância”, explicou a secretária da Controladoria, Érika Lacet.

Na consultoria realizada pelos servidores da SCGE, foram apresentados os benefícios e vantagens de utilização da ferramenta de dados Pentaho, assim como foi prestado auxílio nas dúvidas sobre a instalação e montagem do servidor. “Também fornecemos opções de layout e de funções dos painéis já utilizados pela SCGE, como o Portal da Transparência, para adaptação às necessidades do grupo, o que agilizou a sua construção do sistema. Estamos dando todo o suporte para os pesquisadores nesse momento de pandemia”, disse Sílvia Sampaio, da equipe da Diretoria de Tecnologia da Informação do Controle Interno (DTCI/SCGE), que atua no projeto junto com o servidor João Amaral.

MONITORAR – O protótipo funcional do MonitorAr foi elaborado em uma semana e está na fase de validação clínica. O equipamento vai apoiar profissionais de saúde ao exibir informações em tempo real no suporte ao diagnóstico e evolução dos casos. Com isso, pode ser reduzida a subjetividade na alocação de equipamentos, recursos e definições de terapêuticas para o tratamento, especialmente de pacientes assintomáticos, sintomáticos ou acometidos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Os inventores acreditam que os sinais, obtidos de forma rápida, tempestiva e inteligente, podem ajudar na gestão operacional dos serviços de enfermaria e semi-intensivos, e, assim, vir a salvar vidas.

De acordo com os pesquisadores, o equipamento está passando por rigorosa validação clínica junto a profissionais de saúde. Após validação no comitê de ética, serão realizados testes em uma amostra de 70 pacientes, quando vai se observar se as medições que são apresentadas no aparelho são as mesmas que aparecem nos monitores que utilizados no hospital.